Em “Praia Artificial”, cruzam-se dez contos que exploram as ansiedades, identidades e ambiguidades de personagens que habitam os interstícios da mestiçagem brasileira, aqueles que se movem entre “ser negro”, “ser branco”, “quem me vê como branco, quem me vê como negro?”.
São histórias de amor, desilusão, vingança, morte e vida, todas permeadas por essa tensão racial e identitária. Desde a primeira narrativa, onde o leitor é convidado a “ser um grão de areia” numa praia artificial, até à última, onde surge a descoberta de um nome para um novo sentimento, o livro mergulha nas maneiras sutis e profundas como raça, pertencimento e ancestralidade moldam vidas.





