A viciante apetência pelo novo – em detrimento da manutenção do existente – traduziu-se num desperdício permanente, dirigindo os investimentos para projectos faraónicos, que, na grande maioria das vezes, ou não eram concluídos, ou tinham um perído de vida muito curto, pois estavam dissociados do todo. Esquecendo-se a principal recomendação desta cláusula das obrigações do nosso estado: o investimento massivo e permanente no capital humano.
(Crónica #43)





