TINTIN E A ALPH-ART

HERGÉ

Tintim e a Alfa-Art (ou Tintin et l’Art Alpha, no título original em francês) é a última aventura de Tintim criada por Hergé, embora a história tenha permanecido inacabada após a morte do autor em 1983. O livro segue a mesma fórmula das outras aventuras de Tintim, misturando mistério, ação e humor, mas com uma abordagem mais complexa e crítica, focando no mundo da arte.

A trama começa quando Tintim, Milu e o Capitão Haddock se envolvem em um enredo relacionado ao mundo da arte, mais especificamente com uma misteriosa obra de arte chamada “Alfa-Art”, que parece ter um poder secreto. A história envolve o desaparecimento de quadros e a descoberta de um novo movimento artístico, que parece estar ligado a uma conspiração. Tintim acaba investigando uma série de eventos misteriosos em torno de um estranho artista e de suas pinturas que contêm códigos e símbolos.

A história tem uma atmosfera de mistério e investigativa, típica das aventuras de Tintim, mas a trama se adentra mais profundamente no mundo da arte moderna e suas incertezas, questionando o verdadeiro valor das obras de arte e a comercialização do setor. A história lida com temas como o mercado da arte, a exploração de artistas e o papel da autenticidade na criação artística.

Infelizmente, Tintim e a Alfa-Art não foi concluído. Hergé trabalhou no roteiro, mas a morte do autor interrompeu o desenvolvimento do livro, e ele nunca foi finalizado. O esboço da história está disponível, mas não há uma conclusão definitiva sobre como ela teria terminado.

Apesar de inacabado, Tintim e a Alfa-Art é uma história interessante que se diferencia das outras aventuras de Tintim pela crítica à sociedade contemporânea e ao mundo da arte. Como em outras histórias da série, Hergé consegue transmitir um profundo senso de investigação e aventura, mesmo que o enredo não tenha sido concluído.

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Tintim e a Alfa-Art (ou Tintin et l’Art Alpha, no título original em francês) é a última aventura de Tintim criada por Hergé, embora a história tenha permanecido inacabada após a morte do autor em 1983. O livro segue a mesma fórmula das outras aventuras de Tintim, misturando mistério, ação e humor, mas com uma abordagem mais complexa e crítica, focando no mundo da arte.

A trama começa quando Tintim, Milu e o Capitão Haddock se envolvem em um enredo relacionado ao mundo da arte, mais especificamente com uma misteriosa obra de arte chamada “Alfa-Art”, que parece ter um poder secreto. A história envolve o desaparecimento de quadros e a descoberta de um novo movimento artístico, que parece estar ligado a uma conspiração. Tintim acaba investigando uma série de eventos misteriosos em torno de um estranho artista e de suas pinturas que contêm códigos e símbolos.

A história tem uma atmosfera de mistério e investigativa, típica das aventuras de Tintim, mas a trama se adentra mais profundamente no mundo da arte moderna e suas incertezas, questionando o verdadeiro valor das obras de arte e a comercialização do setor. A história lida com temas como o mercado da arte, a exploração de artistas e o papel da autenticidade na criação artística.

Infelizmente, Tintim e a Alfa-Art não foi concluído. Hergé trabalhou no roteiro, mas a morte do autor interrompeu o desenvolvimento do livro, e ele nunca foi finalizado. O esboço da história está disponível, mas não há uma conclusão definitiva sobre como ela teria terminado.

Apesar de inacabado, Tintim e a Alfa-Art é uma história interessante que se diferencia das outras aventuras de Tintim pela crítica à sociedade contemporânea e ao mundo da arte. Como em outras histórias da série, Hergé consegue transmitir um profundo senso de investigação e aventura, mesmo que o enredo não tenha sido concluído.