I
Todos os materiais servem ao poeta:
o som de um tambor,
a angústia de uma mulher nua,
a lembrança de uma utopia.
A vida deposita, diariamente,
no altar profano da poesia,
a sua dádiva generosa:
I
Todos os materiais servem ao poeta:
o som de um tambor,
a angústia de uma mulher nua,
a lembrança de uma utopia.
A vida deposita, diariamente,
no altar profano da poesia,
a sua dádiva generosa:
LEYA
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I
Todos os materiais servem ao poeta:
o som de um tambor,
a angústia de uma mulher nua,
a lembrança de uma utopia.
A vida deposita, diariamente,
no altar profano da poesia,
a sua dádiva generosa:
Autonomia Do Banco Nacional De Angola
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VIDAS DE AREIA: Luanda, uma cidade a várias vozes
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